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Trabalho
TRABALHO FUTEBOL CRIA 100 EMPREGOS

Num momento particularmente difícil, o Sindicato dos Jogadores Profissionais de Futebol (SJPF), o Governo, a Federação Portuguesa de Futebol (FPF) e a União das Misericórdias Portuguesas, no âmbito do programa “Impulso Jovem”, assinaram um protocolo que permite empregar 100 jogadores de futebol (jovens ou ex-jogadores). A integração no mercado de trabalho será efetuada através instituições ligadas às misericórdias que beneficiarão, sem qualquer custo, do trabalho desenvolvido pelos jogadores.


“O Sindicato está consciente das dificuldades que o desporto, o futebol em particular e os seus praticantes atravessam e como tal queremos ter uma postura ativa na procura de soluções para minimizar os problemas pelos quais os jogadores atravessam. Estamos a dar um exemplo ao país desportivo, que tem de compreender que só através de uma atitude pró ativa é possível superar os problemas. Desta forma ajudamos a combater o desemprego e assumimos uma responsabilidade ativa”, explicou Joaquim Evangelista, presidente do SJPF.


Já Fernando Gomes, líder da FPF, referiu que “através deste programa, vamos permitir a um conjunto de praticantes exercerem uma atividade, encontrando alternativas de colocação no mercado de trabalho a esses jovens desempregados”.


Manuel Lemos, presidente da União das Misericórdias, elogiou a iniciativa do SJPF e da FPF e reforçou que a sua instituição “não poderia ficar indiferente a jovens que estão a passar por dificuldades”.


Por fim, Miguel Relvas, ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, disse ser imprescindível “combater o maior flagelo na Europa e em Portugal que é o desemprego” e realçou a importância do protocolo assinado. “Esta é a prova que podemos encontrar soluções para os nossos problemas se formos capazes de gerar entendimentos e seguir uma estratégia comum. Numa primeira fase serão abrangidos 100 jovens, mas queremos alargar este número”, explicou adiantando que “estamos a dar um bom exemplo a Portugal. Muitas vezes o Desporto é criticado injustamente, mas a verdade é que se há atividade que mais se tem distinguido e contribuído para a nossa competitividade, essa é mesmo o Desporto”.

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