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Mantendo o seu papel interventivo na proteção dos direitos laborais dos jogadores de futebol, o Sindicato voltou a prestar auxílio numa situação em que podem estar em causa diversos procedimentos ilícitos.
Com efeito, e depois de ter saído em auxílio dos jogadores de três clubes na transição de 2019 para 2020 nomeadamente, Vilafranquense, da II Liga, Fátima SAD e União de Leiria SAD, do Campeonato de Portugal, o Sindicato saiu a terreiro para intervir no caso ocorrido na Marinha Grande, onde quatro jogadores colombianos enfrentam seis meses de salários em atraso e procuram apoio jurídico para assegurar a sua desvinculação do Atlético Clube Marinhense.
Além de acompanhar de perto as situações dos jogadores Mosquera, David Rojo, Victor Córdoba e Jean Sinisterra, o Sindicato vem monitorizando uma série de outros casos em que, para além dos chamados falsos vínculos amadores, ocorrem fortes suspeitas de burla, falsificação de documentos e auxílio à imigração ilegal. O processo mereceu a reação do presidente do Sindicato dos Jogadores, Joaquim Evangelista, e teve repercussão na Imprensa nacional. Entretanto, o sindicato está a trabalhar juntamente com a FPF em mecanismos de licenciamento e fiscalização para o Campeonato de Portugal, de modo a que possam entrar em vigor já na próxima época.
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