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As regras que passam agora a ser comuns foram alvo de grande debate ao longo dos últimos anos e vêm colmatar lacunas graves diagnosticadas, principalmente, nos campeonatos da Europa de Leste. Ainda recentemente a FIFPro denunciou casos de “terrível falta de respeito” pelos profissionais do futebol em clubes da Grécia e da Rússia.
Com o novo acordo, todos os clubes dos 53 países que integram a UEFA deverão aplicar procedimentos a vários níveis – os contratos devem ser formulados por escrito e definir os direitos e deveres de clubes e de jogadores; devem prever as formas de remuneração, seguros e segurança social; devem conter disposições claras relativas a rescisões, resolução de litígios e legislação aplicável. Os jogadores, por outro lado, terão de assumir compromissos ao nível da participação nos treinos, estilo de vida e de resposta aos procedimentos disciplinares em vigor.
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