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Perante observadores de cerca de vinte clubes, oriundos de oito países, o conjunto português cumpriu o objectivo de se mostrar, numa exigente competição internacional. “Em termos de resultados a nossa prestação não foi a melhor mas não é com essa intenção, nem com esse objectivo, que participamos neste torneio. O espírito é dar oportunidade aos jogadores de competirem, de estarem envolvidos neste ambiente de competição, de melhorarem os níveis físicos e técnicos, e eventualmente de um ou outro se poder mostrar. Os jogadores entregaram-se, não houve lesões e em termos disciplinares não há nada a apontar. Houve espírito de grupo e entreajuda", disse José Carlos, treinador da equipa SJPF.
À oitava participação no torneio, o conjunto português somou três derrotas, a última frente à Dinamarca, no jogo de atribuição do quinto e sexto lugares (2-3 nas grandes penalidades, após 2-2 no tempo regulamentar). Antes, Portugal perdeu com a Eslovénia (0-2) e com a Holanda (0-3), esta a última a vencedora da competição.
Luís Boa Morte, internacional português e principal figura da equipa SJPF, ficou surpreendido com a exigência e com as condições encontradas. “Voltamos a Lisboa de consciência tranquila, dignificámos o nome de Portugal e foi uma experiência muito positiva. O me trouxe aqui foi a possibilidade de estar a interagir com outros colegas de profissão em vez de estar a treinar sozinho. O mais importante foi o convívio, a possibilidade de jogar, ganhar minutos nas pernas e ninguém se ter lesionado", explicou.
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