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Acerca da revisão salarial, Joaquim Evangelista explicou o carácter excepcional e a forma como defende o emprego. “Num período excepcional de dois anos, aceitamos esta medida e com ela estamos a defender o emprego, criando condições para que se realizem e cumpram mais contratos. Esta é uma medida que defende o jogador português e os jogadores formados localmente; preferimos que os jovens jogadores possam ter acesso a um contrato do que prossigam desempregados”, ressalvou Joaquim Evangelista.
Por outro lado, os jogadores que sejam alvo de transferências e abrangidos pela redução salarial, terão direito a 12 por cento do valor líquido dessa transferência. E os clubes que apresentem lucro no final do seu exercício terão a obrigação de devolver bónus aos jogadores alvo de redução salarial.
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